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O Dr. Abdoulie Janneh, Chefe da Missão de Observação Eleitoral (MOE) na Guiné, prossegue os seus encontros com vista a fazer o ponto de situação sobre os preparativos do escrutínio presidencial de 28 de dezembro de 2025.

27 Dec, 2025

No âmbito dos preparativos para o escrutínio de 28 de dezembro de 2025, o Dr. Abdoulie Janneh reuniu-se, na sexta-feira, 26 de dezembro de 2025, com Sua Excelência Dansa Kourouma, Presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT) da Guiné, bem como com representantes da sociedade civil. No sábado, 27 de dezembro de 2025, véspera do escrutínio, reuniu-se com os Chefes das Missões de Observação Eleitoral da União Africana, da Organização Internacional da Francofonia (OIF), da União do Rio Mano, e o Grupo de embaixadores dos países membros da CEDEAO acreditados na Guiné.

 

Durante os seus encontros com o Presidente do CNT, órgão legislativo da Guiné, o Dr. Janneh defendeu a realização de eleições transparentes, livres e credíveis, consideradas uma garantia essencial para a aceitação dos resultados pelos candidatos em competição, contribuindo assim para a preservação da paz social e da estabilidade do país.

 

Nos encontros mantidos com representantes do Conselho Nacional das Organizações da Sociedade Civil Guineense (CNOSCG), da Coligação Nacional das Organizações da Sociedade Civil (CONASOC), da missão nacional de observação eleitoral denominada “Dinâmica Olho do Cidadão”, da Rede das Organizações da Sociedade Civil para a Observação e Acompanhamento das Eleições (ROSE) e da Plataforma Cidadã para uma Transição Unificada e Democrática (PCUD), o Chefe da MOE da CEDEAO inteirou-se das condições de preparação da observação do escrutínio presidencial por parte da sociedade civil guineense.

 

Os representantes das organizações da sociedade civil afirmaram estar empenhados, tal como a CEDEAO, em avaliar a imparcialidade, a transparência e o respeito pelas normas democráticas no âmbito da eleição presidencial.

 

O Dr. Janneh congratulou-se com o importante papel de vigilância cívica desempenhado pelas organizações da sociedade civil e encorajou-as a apoiar todos os órgãos envolvidos e os atores políticos, de modo a assegurar que as operações de votação e de proclamação dos resultados decorram nas melhores condições

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