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A CEDEAO lança formação em comunicação social na Gâmbia para promover a democracia, a integridade da informação e combater a desinformação e a desinformação na áfrica ocidental

24 Sep, 2025

… Jornalistas e partes interessadas elogiam a CEDEAO pela organização do workshop de formação

 

Banjul, Gâmbia – 23 de setembro de 2025 – A Comissão da CEDEAO, através da sua Direção de Comunicação, lançou um workshop de capacitação de dois dias para jornalistas gambianos sobre integridade da informação e combate à desinformação, notícias falsas e narrativas antidemocráticas.

 

Organizado pela CEDEAO em parceria com a Fundação para os Meios de Comunicação da África Ocidental (MFWA) e o Governo da Alemanha, o curso, que decorreu de 22 a 23 de setembro de 2025, teve como objetivo promover a literacia mediática e informacional (MIL), dotando jornalistas e profissionais dos meios de comunicação das competências e ferramentas necessárias para identificar redes de desinformação, reforçar a reportagem sensível a conflitos e promover a democracia, a paz e a boa governação na África Ocidental.

 

Nos últimos dois dias, 40 jornalistas gambianos provenientes de plataformas de comunicação social impressa, televisiva e online participaram em sessões interativas, apresentações de especialistas e exercícios práticos, abrangendo técnicas avançadas de verificação de factos e OSINT, a utilização da IA para identificar padrões de desinformação, reportagens sensíveis a conflitos e direitos humanos, e literacia informacional dos meios de comunicação social para capacitar os cidadãos a discernir notícias credíveis.

 

Ao declarar aberto o workshop em nome do Presidente da CEDEAO, S. Ex.ª Dr. Omar Alieu TOURAY, a Representante Residente da CEDEAO na Gâmbia, S. Ex.ª Embaixadora Miatta Lily FRENCH, reafirmou o compromisso da CEDEAO em apoiar os Estados-Membros e os profissionais da comunicação social através de parcerias e inovação, a fim de garantir a precisão, a equidade e a integridade no espaço informativo da região. Sublinhou a importância da formação da CEDEAO para os meios de comunicação social sobre desinformação e desinformação como pedra angular da estabilidade democrática e da coesão social.

 

«Este workshop é mais do que um exercício de formação; é um passo crucial para reforçar a estrutura das nossas democracias, reforçar a paz e a segurança e capacitar os jornalistas para

 

 

combater as ameaças generalizadas de desinformação e desinformação que minam a estabilidade da nossa região», afirmou a Embaixadora Miatta Lily FRENCH.

 

Ela destacou que a Visão 2050 da CEDEAO prioriza uma região pacífica, segura e inclusiva — uma aspiração que depende de uma mídia resiliente e de um público bem informado.

 

“Uma imprensa livre, ética e informada não é apenas a força vital da democracia, mas também a pedra angular da paz e da segurança. Juntos, podemos combater narrativas prejudiciais, reforçar os valores democráticos e contribuir para a visão de uma África Ocidental próspera e integrada.”

 

Na sua mensagem de boa vontade, Barbara KIRSCH, em representação da GIZ em nome do Ministério Alemão da Cooperação Económica e Desenvolvimento (BMZ), sublinhou a visão partilhada com a CEDEAO de uma região pacífica, estável e cooperativa, onde meios de comunicação fortes e independentes desempenham um papel central.

 

Reafirmou o compromisso da Alemanha em fortalecer a democracia e a paz através do apoio ao jornalismo independente e ético. Baseando-se num provérbio africano, lembrou aos participantes que «o caminho do mentiroso é muito curto», salientando o papel vital da verificação de factos e da literacia mediática na proteção dos valores democráticos.

 

«Partilhamos com a CEDEAO a visão de uma região marcada pela paz, estabilidade e cooperação — e acreditamos que uma comunicação social forte e independente é fundamental para essa visão. A formação foi uma oportunidade para reforçar a capacidade dos jornalistas de identificar, combater e prevenir narrativas prejudiciais antes que estas se enraízem», afirmou a Sra. Kirsch.

 

Os participantes — incluindo jornalistas, especialistas em comunicação social e comunicação na Gâmbia — expressaram a sua satisfação e elogiaram a CEDEAO por organizar a formação, descrevendo o workshop como oportuno, altamente benéfico e impactante.

 

A presidente da União da Imprensa da Gâmbia (GPU), Isatou KEITA, afirmou: «A formação foi muito significativa e oportuna, dada a era atual das redes sociais, em que há um aumento da desinformação e da informação errada, o que tem contribuído para erodir a confiança do público nos meios de comunicação social. Os jornalistas na linha da frente da verdade e da responsabilização precisam de estar preparados para poder desmascarar e verificar as notícias e informações para o bem maior da sociedade.»

 

 

Alagie Cherno SUWAREH, repórter da Star TV, na Gâmbia, afirmou: «Aprendi com a formação da CEDEAO que devemos adotar as melhores práticas jornalísticas para promover a liberdade de expressão, a paz, a responsabilização, a democracia e a boa governação na África Ocidental. Como jornalistas, não devemos espalhar desinformação, desinformação, má informação e notícias falsas devido às suas consequências negativas para o nosso país e região».

 

Abdoulie GASSAMA, especialista em comunicação e meios de comunicação e professor da Faculdade de Jornalismo e Meios Digitais da Universidade da Gâmbia, afirmou: «O workshop de formação de dois dias foi crucial para os jornalistas gambianos e a comunidade mediática, pois dotou-os das competências necessárias para identificar e combater a desinformação, a informação errada e a deturpação, promovendo, em última análise, um jornalismo de qualidade e a divulgação de informação fiável. Ao compreender as estratégias para lidar com notícias falsas e propaganda, os jornalistas gambianos podem navegar melhor no complexo panorama mediático, garantindo que o público receba informações precisas e imparciais».

 

O workshop reforça os esforços e o compromisso contínuos da CEDEAO no combate à crescente ameaça da desinformação, da informação errada, das notícias falsas e das narrativas antidemocráticas na África Ocidental.

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