

O ano de 2022 foi um ano particular em termos de danos causados pelas catástrofes naturais na Guiné-Bissau. O país foi duramente atingido por ventos fortes e inundações fluviais e pluviais, que tiveram um grande impacto no sector agrícola e nas infraestruturas, nomeadamente habitacionais, criando graves problemas de segurança alimentar e outros.
Graças à intervenção da CEDEAO, que financiou uma parte do projeto de 670 milhões de dólares para ajudar as vítimas destes fenómenos extremos, foi possível lançar uma resposta que gerou um processo sólido de atenuação dos impactos e de redução sustentável da vulnerabilidade em algumas das zonas afectadas.
O número de pessoas que beneficiaram deste subsídio está estimado em cerca de 25.000. Em quatro regiões do país, nomeadamente Bissau, Biombo, Quinara e Tombali, foram observados os seguintes resultados:
O projeto de assistência às vítimas das cheias de 2022 na Guiné-Bissau foi lançado por Sua Excelência José Carlos Macedo MONTEIRO, Secretário de Estado da Ordem Pública, na presença de Sua Excelência Ngozi UKAEJE, Representante Residente da CEDEAO na Guiné-Bissau.
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