Chefe da Divisão da Comunicação

 

TÍTULO DO POSTO Chefe da Divisão da Comunicação
INSTITUIÇÃO Parlamento da CEDEAO
GRAU P5
SALÁRIO ANUAL UC66, 123.98, USD104, 330.42
STATUS PERMANENTE
DIREÇÃO Gabinete do Secretário-geral
DIVISÃO Comunicação
SUPERIOR HIERÁRQUICO Secretário-geral
SUBORDINADOS  Responsável pela Comunicação
LOCAL D’AFECTAÇÃO ABUJA,NIGERIA

As candidaturas devem ser submetidas para: b14parlpocomm@ecowas.int

RESUMO DAS TAREFAS

 

Sob a supervisão do Secretário-geral, o titular do posto vela pela disseminação eficaz das informações no seio do Parlamento e sobre as actividades da Instituição junto de todos os cidadãos da Comunidade. Velar à uma visibilidade acrescida e contínua das actividades e dos programas do Parlamento

 

PAPEL E RESPONSABILIDADES

 

  • Planificar, coordenar e supervisionar o trabalho da Divisão da Comunicação através da gestão dos riscos e das oportunidades de comunicação da Instituição;
  • Dirigir a formulação da política de comunicação do Parlamento visando assegurar uma disseminação eficaz das informações sobre o Parlamento junto de todos os cidadãos da Comunidade;
  • Trabalhar em parceria com os outros membros do pessoal da Instituição para comunicar eficazmente mensagens específicas aos grupos/audiências alvos;
  • Elaborar um plano de comunicação para fazer avançar o plano estratégico da instituição e assegurar o seguimento e a avaliação do seu impacto no quadro dos resultados esperados;
  • Elaborar os planos de trabalho anuais, incluindo as previsões orçamentais dos programas da Divisão, apoiando-se no plano estratégico global da organização;
  • Identificar ou recomendar uma infraestrutura de comunicação apropriada para o Parlamento, de acordo com a política da Instituição;
  • Assegurar comunicações eficazes através de diversas plataformas, destinadas a uma ampla variedade de actores, designadamente os principais órgãos de comunicação social, os deputados do Parlamento, o pessoal das Instituições comunitárias, os bloguistas e as novas comunidades de órgãos de comunicação social, os ministérios e as agências estatais concernentes, as organizações da sociedade civil, as agências parceiras, os líderes religiosos/culturais, as personalidades influentes e os líderes de opinião, o público em geral, etc.
  • Supervisionar e participar na produção de publicações, de documentários audiovisuais e de material publicitário e de relações públicas sobre o Parlamento e assegurar uma ampla difusão junto dos diversos públicos concernentes;
  • Formular conselhos à Direcção sobre as problemáticas que podem ter uma incidência sobre a imagem e a reputação da instituição;
  • Assumir a função de editor do conteúdo web do site internet da instituição; editar o conteúdo Web e assegurar a actualização rápida e em tempo real do conteúdo com ajuda de um sistema de gestão de conteúdo (CMS), assegurar uma presença adequada da instituição na Internet; reescrever ou adaptar o conteúdo do site internet do Parlamento, da intranet, assim como das plataformas de redes sociais oficiais do Parlamento; Elaborar um novo conteúdo e novas linhas directrizes editoriais;
  • Redigir os discursos, os comunicados, e as revistas de imprensa;
  • Organizar as campanhas de informação e de sensibilização do público sobre as actividades e os programas do Parlamento;
  • Ser responsável da administração geral da Divisão, avaliando periodicamente as necessidades em recursos humanos e materiais e transmitindo essas necessidades à Direcção para medidas apropriadas;
  • Supervisionar a formação dos utilizadores finais a fim de assegurar uma boa utilização da infraestrutura de comunicação para promover a causa do Parlamento;
  • Criar e estabelecer uma rede permanente dos profissionais dos meios de comunicação social especializados ou dedicados em cada Estado membro ou à escala internacional;
  • Efectuar toda e qualquer outra tarefa que o superior hierárquico lhe possa confiar.

 

FORMAÇÃO ACADÉMICA E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

  • Ser titular de um Mestrado/Master ou de qualquer outro diploma equivalente em jornalismo, relações públicas, em comunicação de massa ou em área conexa, obtido numa Universidade reconhecida;
  • Dez (10) anos de experiência profissional a nível de responsabilidade em jornalismo, em comunicação, em relações públicas, dos quais pelo menos dois (02) anos de experiência internacional pertinente e dois (02) anos de experiência a nível de supervisão;
  • Ter uma competência comprovada na elaboração de conteúdos e na implementação de estratégias complexas a fim de alargar a tomada de consciência dos programas e das prioridades.
  • Ter uma competência comprovada na elaboração de estratégias e de planos de comunicação com vista a assegurar a visibilidade junto das principais audiências, incluindo os órgãos de comunicação social
  • Ter uma competência comprovada na elaboração de conteúdos e a implementação de estratégias de comunicação complexas a fim de melhor dar a conhecer os programas e as prioridades e de reforçar a visibilidade dos mesmos junto do público, incluindo os órgãos da comunicação social;
  • Possuir conhecimentos que permitam emitir uma avaliação editorial viável, incluindo sobre questões politicamente sensíveis e para tomar decisões tendo em conta o seu impacto sobre os outros e sobre a organização.

 

LIMITE DE IDADE

Ter menos de 50 anos. Esta disposição não se aplica a candidatos internos

 

COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS RELACIONADAS COM A CEDEAO

  • Ter capacidade para dirigir programas e projectos atribuídos fornecendo a experiência em gestão e operações necessária à execução do mandato da organização;
  • Saber dirigir por exemplo e organizar o trabalho da equipa de forma a encorajar a cooperação para atingir os resultados desejados; promover a mudança e assegurar a adesão dos funcionários;
  • Estar disposto a respeitar a linha hierárquica correctamente;
  • Justificar excelentes competências em matéria de autogestão, dar provas de ética, de integridade, de confidencialidade e de respeito pelo controlo interno das regras, das delegações e da transparência;
  • Ter a capacidade de reunir competências e conhecimentos especializados complementares; de avaliar as contribuições individuais, de reconhecer o trabalho bem feito e corrigir lacunas para garantir o sucesso permanente da Instituição;
  • Ter conhecimento em matéria de gestão de programas ao nível habitualmente adquirido no âmbito de uma certificação em gestão de programas.
  • Ter a capacidade de pesquisar referências e tendências para poder produzir as melhores recomendações para o desenvolvimento e melhoria de programas/projectos que melhor servirão a Comunidade / a organização;
  • Ter competências bem desenvolvidas de rede e networking e de relações interpessoais para poder recolher informações e dados provenientes de uma rede de profissionais de vários países / sectores / organizações, de identificar e de priorizar necessidades mais críticas da Comunidade;
  • Ter capacidade de gerir e de coordenar iniciativas (ex.: ciclo de feedback, inquéritos, estudos, avaliação de necessidades) de gestão de usuários e de formular recomendações;
  • Ser capaz de desenvolver e implementar as melhores práticas em matéria de serviços à clientela (ex.: quadros orientadores, gestão de motivação, mecanismos de feedback);
  • Ter capacidade de elaborar e implementar planos directores, programas e iniciativas para as partes interessadas de modo a obter apoios para novas iniciativas, de melhor compreender as opiniões divergentes, de obter recursos e de aumentar a percepção de sucesso.
  • Dar provas de diplomacia, ter percepção e ser respeitoso para com as pessoas de diversas origens, compreender os diversos pontos de vista cultural, nomeadamente na África Ocidental, e ter capacidade de transformar a diversidade em oportunidades para melhorar os programas/resultados operacionais;
  • Ter a capacidade de criar um ambiente interactivo diversificado e inclusivo que tire proveito de dinâmicas diversas e reúna práticas inovadoras;
  • Manter-se objectivo na avaliação e gestão de conflitos, quaisquer se sejam as diferenças culturais, posições, ou opiniões, e encorajar o pessoal a ultrapassar as barreiras culturais e de género, assim como as diferenças de percurso;
  • Ter a capacidade e assumir a responsabilidade de integrar uma perspectiva sensível ao género e assegurar uma participação paritária de mulheres e de homens em todos as áreas de trabalho;
  • Poder servir os interesses de diversas equipes / organizações / comunidade multinacionais sem prejuízo nem preconceito em relação a um determinado grupo.
  • Ter uma perfeita compreensão da estrutura organizacional da CEDEAO, da dinâmica e expectativas conexas necessárias para colaborar, participar, contribuir e dirigir de forma eficaz;
  • Ter um bom conhecimento do mandato, do plano/prioridades estratégicos da CEDEAO bem como da situação e das tendências económicas, políticas e sociais nos Estados membros, no que diz respeito ao campo de actividade ligado a este posto;
  • Ter um conhecimento de boas práticas, das abordagens de gestão dos programas e das técnicas de pesquisa da CEDEAO para conduzir e/ou contribuir para o desenvolvimento ou avaliação de programas, projectos ou iniciativas;
  • Ter um bom conhecimento das regras e procedimentos da CEDEAO afim de interpretar e aplicar correctamente o texto das directivas e de as aplicar de forma correcta, fornecer aconselhamento técnico, orientar os outros e avaliar o desempenho.
  • Ter a capacidade de analisar uma situação com base em indicadores (ex.: desempenho, técnica) para avaliar os custos, as vantagens, riscos e as probabilidades de sucesso na tomada de decisões;
  • Possuir a capacidade de juntar informações proveniente de diferentes fontes para identificar a causa dos problemas, as consequências de causas alternativas de acção, os obstáculos potenciais e os meios de evitar problemas futuros;
  • Ser capaz de analisar situações ou informações muito complexas em termos simples (servindo-se de gráficos, de diagramas, redacção eficaz da exposição) para explicar recomendações e conclusões com vista a resolver problemas ou a melhorar operações /programas/projectos;
  • Ter a capacidade de adquirir novos conhecimentos sobre as situações, de aplicar situações inovadoras aos problemas e de conceber novos métodos de resolução de problemas quando os métodos e procedimentos estabelecidos parecem obsoletos ou ineficazes.
  • Ter capacidade de comunicar e de criar um impacto, de forma clara e concisa, sucinta e organizada, a fim de suscitar credibilidade e confiança por ocasião das apresentações, definição de expectativas e explicações de assuntos complexos;
  • Ter capacidade de escutar atentamente, de interpretar correctamente as mensagens dos outros e de reagir de forma apropriada;
  • Possuir competências técnica efectiva em redacção técnica e de edição de documentos;
  • Dar provas de escuta activa para encorajar uma colaboração mais estreita entre os membros da equipa, dar provas de atenção, faze-los sentir que são valorizados e suscitar o seu comprometimento em todas as Instituições e Agências;
  • Demonstrar espírito construtivo nas suas avaliações, reconhecer o trabalho bem feito, corrigir as lacunas e esforçar-se em motivar os subordinados no sentido de darem o melhor de si mesmos.
  • Ter um bom conhecimento das tecnologias da informação e da comunicação (TIC);
  • Ter um bom domínio da expressão oral e escrita em uma das línguas oficiais da CEDEAO (inglês, francês e português). O conhecimento de uma das outras duas línguas constitui uma vantagem.
  • Ter competências comprovadas em gestão organizacional e em gestão de projectos /programas e ter um forte histórico de cumprimento de prazos, objectivos, de custos e de recursos necessários à produção de resultados operacionais/ programas/projectos;
  • Capacidade de fixar objectivos e metas eficazes próprios, para outros e para o serviço bem como de ajustar prioridades de trabalho ou do projecto conforme a avaliação das circunstâncias;
  • Ser capaz de utilizar uma abordagem participativa na planificação dos projectos, de identificar as lacunas que afectam a realização dos resultados dos programas / projectos, de conceber e de implementar os planos de intervenção necessários à realização das tarefas identificadas;
  • Ser capaz de implementar práticas rigorosas de seguimento e avaliação e definir calendários de apresentação de relatórios regulares sobre as principais realizações;
  • Ter a capacidade de planificar, de organizar, de controlar os recursos e de assegurar o cumprimento dos procedimentos e protocolos que permita assegurar a execução dos objectivos específicos.

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