Tradutor para o Português

TÍTULO DO POSTO Tradutor para o Português
INSTITUIÇÃO Parlamento da CEDEAO
NÌVEL P3/P4
SALÁRIO ANUAL UA49,106.81/ USD77,480.72

UA56,591.37/ USD89,289.87

STATUS Permanente
DIRECÇÃO Assuntos Parlamentares e Pesquisa
DIVISÃO Serviços Linguísticos
SUPERIOR HIERÁRQUICO Revisor
SUBORDINADOS  
LOCAL D’AFECTAÇÃO Abuja, Nigeria

 

 

 

 

AS CANDIDATURAS DEVERÃO SER TRANSMITIDAS A:  b1p_translatorpt@parl.ecowas.int

 

RESUMO DAS TAREFAS

 

Sob a supervisão do Coordenador de Línguas, o incumbente será responsável por traduzir, de francês e inglês para português, uma ampla variedade de documentos e textos para conferências e reuniões da CEDEAO, documentos de trabalho, artigos científicos, discursos, declarações de programas, conteúdos para colocação na Internet-web, relatórios, correspondências. Ele também prestará outros serviços de tradução ao Parlamento.

 

PAPEL E RESPONSABILIDADES

 

  • Traduzir documentos do francês e do inglês para o português;
  • Ajudar na compilação e no desenvolvimento de uma base de dados terminológico, especificamente e úteis aos trabalhos do Parlamento;
  • Ajudar na interpretação consecutiva durante as reuniões do pessoal e da equipa dirigente do Secretariado-geral do Parlamento;
  • Traduzir textos que envolvem uma ampla variedade de assuntos tratados durantes as conferências e reuniões da CEDEAO, assim como documento de trabalho, artigos científicos, discursos, enunciados de programas, conteúdos para a Internet web, relatórios e correspondências, entre outros;
  • realizar a pesquisa terminológica e concetual necessária para produzir traduções de alta qualidade de textos científicos, técnicos, jurídicos e administrativos;
  • traduzir e proceder à auto revisão de textos com considerável grau de dificuldade, usando ferramentas de tradução assistida por computador, sempre que possível;
  • Auxiliar na criação de terminologia e estilo; responder a perguntas sobre terminologias, nomenclaturas, tradução e redação feitas pela equipa; realizar pesquisa linguística e auxiliar na manutenção de glossários;
  • Contribuir na elaboração e na promoção de uma base de dados terminológicas detalhada;
  • Contribuir para a avaliação dos tradutores externos, com vista à inscrição dos mesmos no repertório dos prestadores de serviços da CEDEAO;
  • Ajudar a fazer face às necessidades urgentes de tradução, fornecendo documentos traduzidos dentro dos prazos estabelecidos, mesmo num contexto de forte procura;
  • Contribuir na avaliação dos sistemas de tradução automática e dos dicionários electrónicos;
  • participar em fóruns profissionais, conferências e seminários; compartilhar conhecimentos e práticas com tradutores de outras organizações internacionais; manter-se a par da terminologia especializada e das melhores práticas de tradução;
  • Realizar toda a qualquer tarefa que o superior hierárquico lhe possa confiar.

 

FORMAÇÃO ACADÉMICA E EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Formação académica:

 

  • Ser titular de uma licenciatura ou de um diploma equivalente em tradução obtido numa universidade reconhecida.

 

Experiência profissional:

 

  • Justificar cinco (05) anos de experiência em matéria de tradução, de revisão e de redacção técnica;
  • Ter um conhecimento comprovado dos instrumentos de tradução assistida por computador, instrumentos de tradução automática e dos instrumentos de edição no écran;
  • Ter conhecimento da estrutura e do conteúdo das línguas de trabalho, incluindo a significação e a ortografia das palavras, das regras de composição, da gramática, e da história.

 

LIMITE DE IDADE

Ter menos de 50 anos de idade.  Esta disposição não se aplica aos candidatos internos.

 

COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS RELACIONADAS COM A CEDEAO

 

  • Ser capaz de persuadir/influenciar os outros a terem em conta um determinado ponto de vista, a adoptarem uma nova ideia ou a implementarem novos métodos e práticas;
  • Ser capaz de dirigir uma equipa de estagiários e de funcionários subalternos e de suscitar um espírito de equipa com vista a mobilizar os funcionários e realizar um conjunto de actividades bem definidas;
  • Velar pelo respeito escrupuloso da hierarquia;
  • Ser capaz de resolver os problemas que aparecem com um mínimo de directivas e/ou recomendar e explicar soluções ou alternativas para aprovação;
  • Ser capaz de utilizar o Código deontológico para se autogerir, gerir os outros, as informações e os recursos;
  • Ser capaz de enquadrar os outros e de criar mecanismos de feedback com os supervisores, os colegas e os subordinados, a fim de estabelecer relações sólidas de trabalho e melhorar o rendimento;
  • Contribuir à manutenção dos objectivos e das normas de rendimento da unidade organizacional.
  • Possuir sólidas competências em relações interpessoais e gozar da capacidade de manter um utente informado dos progressos ou dos recuos na realização dos projectos importantes, designadamente no que refere à calendarização, à qualidade e à quantidade;
  • Ser capaz de interagir de forma proactiva com os utentes e estabelecer relações sólidas de confiança baseadas no respeito mútuo e em discussões regulares;
  • Ser capaz de estabelecer e manter uma credibilidade profissional junto dos utentes e dos actores, de forma a antecipar as suas necessidades, atenuar os problemas e manter um equilíbrio entre as obrigações profissionais e a necessidade de ser sensível e receptivo às suas necessidades;
  • Ser capaz de aconselhar, consultar e orientar outras pessoas sobre questões relativas às tarefas atribuídas em matéria de serviço aos utentes e às normas estabelecidas de serviço aos utentes.
  • Dar provas de respeito às diferenças culturais, de equidade e de aptidão em estabelecer boas relações com pessoas de origem, de nacionalidade, de sexo, de etnia, de raça e de religião diversos;
  • Compreender os diversos pontos de vista culturais, sobretudo das pessoas oriundas da África Ocidental, e ter em conta as diferenças entre os grupos; ser capaz de lutar contra os preconceitos e de praticar a tolerância e a empatia;
  • Ser capaz de escutar, de ter em conta as preocupações dos outros e de dar mostras de julgamento, de tacto e de diplomacia;
  • Ser capaz de trabalhar num ambiente interactivo, diversificado, inclusivo e dotado de diversos atributos;
  • Ser capaz e assumir a responsabilidade de integração de uma perspectiva sensível ao género e assegurar uma participação igual das mulheres e dos homens em todas as áreas profissionais;
  • Ser capaz de encorajar, de habilitar e de advogar a favor dos outros com toda imparcialidade e de forma transparente.
  • Ter um conhecimento perfeito das instituições, dos sectores, dos programas e das políticas da CEDEAO;
  • Conhecer as necessidades operacionais internas da CEDEAO em matéria de programas, de projectos, de serviços e de sistemas, necessários ao cumprimento das tarefas e à consecução dos objectivos de desempenho;
  • Conhecer as regras e os procedimentos da CEDEAO em matéria de responsabilidades atribuídas e ser capaz de os explicar claramente aos outros;
  • Ter conhecimento da cultura da CEDEAO, das estruturas e das questões e prioridades de desempenho com impacto nas responsabilidades atribuídas;
  • Conhecer as tendências, os indicadores, os desafios e as oportunidades de desenvolvimento dos Estados membros no que refere aos projectos/programas atribuídos ao seu próprio posto.
  • Ser capaz de estudar os dados/as informações provenientes de diversas fontes, de identificar as anomalias, as tendências e os problemas, de apresentar as constatações e de formular recomendações;
  • Ser capaz de decompor os problemas ou os processos em elementos chaves e de preencher as lacunas em matéria de serviço, de garantia de qualidade, de conformidade e de objectivos de rendimento;
  • Ter conhecimento e capacidade de aplicar técnicas destinadas a gerar ideias criativas e de novas abordagens para a consecução dos objectivos;
  • Ser capaz de se apoiar nos dados convincentes e na pesquisa para esclarecer as políticas e os programas e dinamizar as fontes de informações pertinentes e apropriadas, nomeadamente os actores, as instituições regionais e os comités internos.
  • Dar provas de um domínio prático da informática com ajuda de instrumentos apropriados;
  • Ser capaz de explorar de forma judiciosa gráficos e quadros para apresentação eficaz dos dados numéricos a fim de redigir relatórios/propostas técnicas algo complexas e rever /verificar os modelos, as cartas, etc.
  • Ser capaz de transmitir as informações de forma clara e precisa, sucinta e organizada, tanto escrita como oral;
  • Ser capaz de dar provas de aptidões interpessoais, de proceder a apresentações, de exprimir opiniões de debater ideias com os outros de forma construtiva;
  • Possuir o domínio das tecnologias da informação e da comunicação (TIC);
  • Boa comunicação oral e escrita numa das línguas oficiais da CEDEAO (inglês, francês e português); o conhecimento de uma outra língua constitui uma vantagem suplementar.
  • Ser capaz de elaborar e de implementar um plano de acção individual para atingir os objectivos de trabalho preciso;
  • Ser capaz de identificar, organizar e monitorar as tarefas ao longo de todo o processo para facilitar a sua execução;
  • Ser capaz de contribuir e/ou de dirigir projectos de acordo com as normas e as técnicas reconhecidas em matéria de gestão e projecto, e coordenar as contribuições dos outros com a finalidade de definir e de respeitar os prazos;
  • Ser capaz de organizar o trabalho, de estabelecer as prioridades e de respeitar os prazos estabelecidos, dando toda a atenção necessária aos detalhes, aos actores, aos indicadores e aos riscos;
  • Ser capaz de identificar, de recolher e de avaliar os indicadores a fim de seguir o desempenho e tomar medidas correctivas proactivas caso necessário.

 

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